Ser colaboradora do MedUBI foi muito mais do que integrar um núcleo académico, foi um abrir de olhos para um mundo que nunca tinha imaginado. Descobri um espaço onde a dedicação se entrelaça com o crescimento pessoal, onde os desafios nos moldam e se tornam as ligações que criamos laços para a vida.
A vida académica é feita de desafios e aprendizagens. Entre salas de aula e exames, há espaços onde crescemos de forma inesperada, onde encontramos propósitos e onde nos tornamos parte de algo maior. O MedUBI é esse espaço, anualmente, para cada um dos seus colaboradores. Um lugar onde descobrimos que esta tarefa não é apenas desempenhar funções ou organizar atividades e projetos, mas também construir, lado a lado, algo que nos transcende.
Acima de tudo, é aprender sobre pessoas. Os que caminharam ao nosso lado, tornam-se amigos, cúmplices de jornadas marcadas por gargalhadas espontâneas, conversas transformadoras e apoio incondicional. Mais do que as atividades que ajudamos a erguer ou os desafios que superamos, o que realmente importa é o impacto que deixamos e a marca que levamos connosco. São as palavras de encorajamento numa tarde difícil, os momentos de partilha que nos fazem crescer, a certeza de que contribuímos para algo maior, para a comunidade. No fundo, ser colaborador é isso: encontrar um propósito que se reflete não só naquilo que fazemos, mas na forma como escolhemos ser.
Ser colaborador é também aprender a enfrentar desafios com resiliência, a trabalhar em equipa e a encontrar soluções onde só há obstáculos. Ser parte desta equipa é aprender o verdadeiro significado de compromisso. É perceber que, mesmo quando o cansaço pesa, há uma motivação maior que nos move: o impacto que podemos ter nos outros. É saber que cada ideia partilhada, cada projeto concretizado e cada desafio superado faz parte de uma construção coletiva que transforma a nossa vivência universitária. É descobrir que a universidade não é apenas um lugar de passagem, mas pode ser um verdadeiro lar, onde nos sentimos parte de algo maior do que nós próprios.
Ana Margarida Sousa


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